Estado de Segurança.
Encontra-se à disposição da sociedade ais uma das
terminologias trabalhadas pelo governo do Rio de Janeiro, totalmente
reforçada pelas atitudes do governo FHC. A sociedade brasileira
já está, absolutamente, saturada das promessas e planos
que nunca são colocados em exercício, salvo o desespero
dos administradores públicos, quando a vulnerabilidade deles
se vê afrontada pela violência, que caracteriza o país,
sobretudo as grandes cidades. Nós, cidadãos comuns, já
enxergamos os índices de violências há um tempo
que não podemos mais predeterminar, enquanto a governadora carioca,
Benedita da Silva, insiste em dizer que a mesma tem autoridade.
Sabemos que sim, mas qual a competência
dessa autoridade para o combate do tráfico, que manipula bilhões
de dólares em alto desenvolvimento com a engrenagem advinda do
narcotráfico e do viciamento da população em dependência
química como conseqüência, principalmente da falta
de perspectiva?
Essas indagativas já fazem
parte do nosso cotidiano de medo e de forma paradoxal, de conformidade,
como se nós fôssemos parte dessa sistemática podre,
que explicita o estereótipo da incompetência e da insuficiência
de poder das forças militares e ampliações para
pugmar, de forma confiável, as transgressões feitas por
vândalos, que hoje ditam as regras. Assim, não adianta
o Presidente afirmar que a força mais forte é a do povo,
pois sabemos que não. É deles – revoltante é
aceitar – é deles! É aos traficantes que astros
da musica pedem licença para gravar seus clips... é aos
traficantes que padres pedem licença para fazer valer a força
do povo através das procissões... é a eles que
o miserável da favela pede apoio para se sentir seguro ou ainda
são eles que cedem os desassistidos do morro o auxilio à
saúde, pedindo em troca silêncio e cumplicidade para reforça
as multinacionais da desordem. Se o Estado não está suprindo
as expectativas populares, faz-se presente a droga, o crime, o narcotráfico,
o rei das favelas, ignorando todos esses elementos, a presença
de representantes formados em Sociologia, que sequer aplicam as regras
básicas em investimento à Segurança Publica Nacional,
mas cedem milhões, provenientes do BNDES, para empresas privadas
de televisão. Aí, camaradas, na linguagem bem bandida,
fica Brown, vê um país ir pra frente, morô?? E de
morô em morô, fatos como os de Tim Lopes vêm à
tona, porém sem resolução, pois somos inábeis
para proteger os cidadãos. Há dez anos, discutimos quais
são as causas e conseqüências da violência na
nação. Todos nós, desde os que temos a base filosófica
ao homem comum, que sofre esses processos vergonhosos. De fato, não
podemos atribuir como causam a esse descontrole e superioridade do crime
sobre o poder legal somente as discrepâncias sociais; entretanto,
podemos fazê-lo se averiguarmos que todos os efeitos sedimentam-se
à inadimplência dos representantes em colocar em exercício
a moralidade, ao invés de apregoarem à população
belos discursos demagógicos.
Chegamos ao estopim! Estamos cravejados
de balas de indignação ao podermos ser comparados à
Colômbia, cujas facções dominam áreas inacessíveis
ao Estado, ao sabermos que estamos numa guerra civil. Frente a todo
esse índice negativo, que não é somente nosso –
nossa é a fraqueza de agir – temos Nova Iorque como por
exemplo. Contudo, para que houvesse a modificação positiva,
ocorreu um majoramento no numero de policiais, investimento nos salários,
pois sabendo do próprio valor, não precisam aceitar gorjetas
de marginais para sustentar a família como também em todo
o aparato policial, desde carros a equipamentos de trabalho. Infelizmente,
no caso particular, temos um avanço no poder dos narcotraficantes
encomendando mísseis através do fax das prisões
a grupos terroristas que têm ligação com Osama bin
Laden aí sim, mostramos a tendência de Globalização
do Brasil, que não tem lei, mas possui crime abalizado como sendo
de Primeiro Mundo, tanto quanto qualidade inegável dos traficantes,
que só podem ser comedidos se forem visionados pela justiça
e polícia americanas, a exemplo Fernandinho “ecologista”
Beira Mar. É preciso enxergar estes problemas como sendo de todos,
e não externá-los perante situações que
afetam a seguridade de pessoas com funções importantes
no contexto social, quando trabalhadores são vitimas, senão
do ponto de vista do poder absoluto e inegavelmente organizado do Estado
do Crime dentro do impotente, desorganizado e “depende”
de viagra do Estado Brasileiro.
A questão do desarmamento
é propícia a partir do momento que a população
se desarma para não agredir a mesma sociedade. Estamos vivendo
uma intensa guerra civil, por influência do narcotráfico
e das dificuldades de sobrevivência. Assim, o desarmamento pode
facilitar a busca de um equilíbrio na sociedade onde a palavra
(conversação) esteja acima das agressividades. Deve-se
sim, desarmar a sociedade, mas preparar os órgãos competentes
psicologicamente e em armamentos para combater a violência que
nos assola. Só não podemos concordar com uma sociedade
desarmada que se torna vítima da bandidagem como também
de uma polícia obsoleta para o bandido, mas eficaz para agredir
o cidadão.
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